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Skill que melhora SEO, AEO e GEO do seu site

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O problema

Seu site está no ar. O deploy passou, o domínio resolve, a página abre bonita no celular. E não entra ninguém.

Você já tentou olhar isso sozinho. Abriu uns artigos de SEO, cada um dizendo uma coisa, todos genéricos, nenhum sobre o seu site. Pediu pro Claude "melhorar o SEO" e ele melhorou alguma coisa, você não sabe o quê nem se resolveu, porque ninguém mediu nada antes nem depois. Ficou com a sensação de que o problema é conteúdo, ou tempo, ou sorte.

Quase nunca é. Na maior parte dos sites que passam por uma revisão de verdade, o Google já visitou, já decidiu alguma coisa, e a decisão dele está registrada em algum lugar que você nunca abriu. Enquanto isso, ChatGPT e Perplexity respondem perguntas sobre o seu assunto citando outra pessoa, porque leem o seu site de um jeito que você nunca testou.

E tem a camada que ninguém conta: você conserta no escuro. Não sabe qual endereço o Google escolheu como oficial, se o robô conseguiu ler a página, quando ele passou pela última vez, nem por quais buscas você já aparece hoje. Sem isso, "melhorar o SEO" é palpite caro.

Tem ainda o erro que quase todo mundo com um agente à mão comete, e que só aparece meses depois: pedir páginas ao agente como quem pede texto. As páginas saem corretas e genéricas, ninguém cita, e o robô passa a voltar menos, porque não tem motivo.

Resultados nos sites onde ele nasceu

Este pacote foi escrito, aplicado e medido nos sites da casa: o da comunidade, o de vagas e os das duas olimpíadas de vibe coding, todos com poucos meses de vida. Os prints abaixo são de outubro de 2026, só recortados e sem dado pessoal. São sites pequenos, então os números são modestos. O que importa é a curva.

No Google (SEO)

Os gráficos são do Search Console, o painel oficial do Google, na visão de três meses.

O site da comunidade saiu de quase zero no começo de setembro, quando o painel começa a contar, e chegou a 23 cliques num dia em outubro: 183 cliques e 8,51 mil impressões no período, com posição média 8,3.

Search Console de comunidadevibecoders.com.br: 183 cliques e 8,51 mil impressões, com a curva saindo de quase zero em setembro e chegando a 23 cliques num dia em outubro

O site de vagas, que o painel mede desde meados de setembro, fez 149 cliques e 7,75 mil impressões em um mês, com posição média 7,1.

Search Console de vagas.comunidadevibecoders.com.br: 149 cliques e 7,75 mil impressões em um mês, com posição média 7,1

A olimpíada brasileira aparece em menos buscas, mas aparece no topo: posição média 2,7, e 31,3% de quem viu o resultado clicou.

Search Console de obvc.com.br: 167 cliques em 533 impressões, CTR de 31,3% e posição média 2,7

Na resposta do Google (AEO)

É a caixa escrita por IA que o Google mostra antes dos links. Pra pergunta "Qual a melhor comunidade para vibe coders?", a Comunidade Vibe Coders é a primeira da lista, com link pro site.

Visão geral criada por IA no Google para "Qual a melhor comunidade para vibe coders?", com a Comunidade Vibe Coders em primeiro e o link para o site

No ChatGPT (GEO)

Quatro perguntas do jeito que alguém pergunta, sem citar site nenhum. Nas duas sobre vibe coders, o ChatGPT recomenda a comunidade e a olimpíada brasileira como a escolha no Brasil. Ajuda o nome da comunidade ser o próprio assunto, e por isso as outras duas contam mais.

ChatGPT respondendo "Qual a melhor comunidade para vibe coders?" com a Comunidade Vibe Coders como recomendação no Brasil

ChatGPT respondendo "Qual a melhor competição para vibe coders?" com a Olimpíada Brasileira de Vibe Coding em primeiro e a International Olympics of Vibe Coding em segundo

Nas duas sobre programadores, em que vibe coding nem aparece na pergunta, a comunidade sai em primeiro numa lista de quatro, e a olimpíada internacional sai em segundo, atrás só do ICPC, a maratona de programação universitária mais conhecida do mundo.

ChatGPT respondendo "Qual a melhor comunidade para programadores?" com a Comunidade Vibe Coders em primeiro numa lista de quatro

ChatGPT respondendo "Qual a melhor competição para programadores?" com a IOOVC em segundo, atrás do ICPC, marcada como a melhor para vibe coding

Resposta de IA muda de uma conversa pra outra, e estas vieram de uma conta logada: são exemplo do que acontece, não promessa. Por isso o pacote mede a presença em IA com várias perguntas e várias rodadas, em vez de confiar num print.

O que este pacote faz

Ele tira a adivinhação de cinco pontas ao mesmo tempo.

Na primeira, o seu agente passa a auditar o site pelo que está de fato em produção, não pelo que o código promete, e cada achado sai com evidência e com a correção. É a diferença entre "seu SEO precisa melhorar" e "esta página específica tem este problema específico, e a correção é esta".

Na segunda, o Claude ganha acesso de leitura ao que o Google já registrou sobre o seu domínio. Ele para de opinar e passa a consultar: o que o buscador escolheu, o que ele conseguiu ler, quando passou, e o que já rende visita. Configurado uma vez, funciona pra sempre, e vale pra todos os seus sites de uma vez só.

Na terceira, que entrou na v2, ele deixa de depender de você lembrar de olhar. Um monitor roda toda semana, compara com a semana anterior e avisa quando algo muda: o Google trocou o endereço oficial, o tráfego começou a chegar por outro host, o sitemap deu erro, os cliques caíram. Na primeira rodada real, em cinco sites, ele apontou quatro problemas, e os quatro eram verdadeiros.

A v2 também responde a pergunta que fica quando o técnico já está certo e o site continua sem aparecer: quais páginas deveriam existir. Entra um critério pra decidir isso, medido nos mesmos cinco sites, e um jeito de escrever o contexto do seu negócio num lugar que o agente lê, pra ele parar de inventar a frase que define a sua marca.

A v3 vem da leitura do curso inteiro que deu origem a esse critério, e responde as três perguntas seguintes. Onde cada página nova se encaixa no site, pra não nascer solta nem duplicada. O que decidir antes de pedir uma página ao agente, pra ela sair com a sua voz e a sua posição em vez de um texto correto e genérico. E o que o agente não vai fazer por você, dito com todas as letras. Vem junto o modelo pronto do conjunto de páginas que aplicamos nos cinco sites, página a página, e um segundo número, mais apertado, pro tamanho de página, vindo de quem mede ao vivo, ao lado do que a documentação diz.

A v4 é o que aconteceu quando esse modelo de páginas foi ao ar de verdade, nos cinco sites, no mesmo dia: quarenta e quatro páginas novas, cada uma medida em produção, e o material corrigido nos pontos em que a medição discordou dele. Entram junto três regras de publicação que um deploy quebrado ensinou, um comando único pra avisar os dois buscadores das páginas que acabaram de nascer, e os números da primeira rodada real do vigia de mudanças, com o critério que separa o que exige ação do que é só informação.

A v5 desce um nível e depois sai do site. Primeiro, os nove itens que as ferramentas pagas de auditoria cobram pra apontar, medidos e corrigidos em seis sites no mesmo dia: o arquivo de contexto completo pra LLM, os links internos que ninguém vê porque o rodapé disfarça, o arquivo de robôs, o conteúdo que só existe depois do JavaScript, a etiqueta de idioma que quase nunca se aplica, o texto alternativo das imagens que importam, a lista de robôs de IA que envelhece sozinha, o autor e a data que ninguém marca, e os sinais de confiança. Cada um com a régua pra dizer que está certo, o comando pra conferir e o número de antes e depois. Sete deles são meio dia de trabalho por site, e nenhum precisa de ferramenta paga pra ser descoberto.

Depois, a quarta ponta, que é nova no pacote: quem pode linkar pro seu site. Um método em quatro degraus, do que já é seu (e que em cinco dos seis sites estava vazio) até imprensa, com o jeito de achar fontes de verdade sem ferramenta paga, como decidir a ordem por esforço e valor, um modelo de e-mail de cinco linhas que não parece pedido de favor, e como medir nos painéis oficiais. Vem com o formulário preenchível e com quatro estudos reais resumidos. E vem com a conta que mais surpreendeu: das 152 fontes que levantamos nos seis sites, 93 eram de esforço baixo, e quase nenhuma estava feita.

A v6 vira a régua pra dentro, e a primeira conclusão foi contra o próprio material. Lemos um projeto de código aberto maduro de SEO, com 67 ferramentas, que faz uma coisa que ninguém faz: separa o que tem prova causal do que é crença de mercado. Rodando as sondas dele em nove domínios e vinte e três páginas em produção, três itens que as versões anteriores deste pacote tratavam como alavanca de IA caíram pro lado sem prova, e estão corrigidos com todas as letras, com a separação que faltava: dado estruturado não tem evidência de fazer a IA citar você, e tem evidência de ser requisito do Google, onde um campo obrigatório faltando faz o resultado enriquecido sumir inteiro. Entra o que tem prova: cinco sinais medidos num paper de 2024 que mediu até 40% de ganho de visibilidade, o cheque de página cega pra IA, a fila de páginas que estão a uma posição do clique no seu próprio painel, a conta de quantas visitas vieram de app de IA (e por que esse número é sempre piso), e o portão que roda antes do deploy, escrito depois de 375 páginas subirem com dado estruturado inválido num projeto com mil e quinhentos testes e cobertura total. O que as vinte e três páginas mostraram: nenhuma era cega pra IA, dezenove não tinham uma citação sequer, e todas as vinte e três tinham menos de cinco fontes externas. O gargalo não era técnico; eram duas frases por página.

A v7 é o pacote conferindo a si mesmo. Lemos inteira uma plataforma de SEO de código aberto, das que se instalam no próprio servidor, com vinte e seis regras de auditoria, confrontamos cada parte dela com este material e medimos tudo em dez sites em produção. A conclusão principal foi desconfortável, e está escrita com todas as letras: vários scripts do próprio pacote erravam em silêncio. O cheque que roda antes do deploy aprovava dado estruturado quebrado, o monitor semanal mandava alerta falso toda semana (numa rodada real, quinze de dezoito alertas não eram problema nenhum), a conta das oportunidades chamava de total uma fração do tráfego, e a sonda contava menu, rodapé e página com erro como se fosse conteúdo. Está tudo corrigido, e cada script mexido ganhou um teste que prova o conserto. A plataforma que lemos também erra, e o material diz onde: o filtro que ela usa pra separar as respostas de IA no painel do Google não existe, e devolveu erro nos dez sites. Entram coisas novas, todas sem ferramenta paga: um jeito de medir se as IAs citam o seu site quando alguém pergunta sobre o seu assunto sem dizer o seu nome, a lista de páginas suas que disputam a mesma busca, o antes e o depois de cada mudança com o aviso do que ele não prova, e a velocidade que o visitante de verdade sente, separada da estimativa de laboratório. E duas correções de fato que valem pra qualquer site: o robô do Google lê bem menos de cada página do que se dizia, e um tipo de resultado enriquecido que muita gente ainda marca saiu da busca este ano.

As três siglas do título são três públicos diferentes lendo o mesmo site. SEO é o buscador clássico. AEO é a caixa de resposta que aparece antes dos resultados. GEO é o modelo de linguagem que cita fontes quando alguém pergunta. Eles querem coisas diferentes, e o pacote trata os três com o mesmo material.

O conteúdo saiu de uma revisão de cinco sites em produção, feita inteira, com medição antes e depois no painel oficial do Google, das semanas seguintes com o monitor rodando, de uma terceira rodada que levou o mesmo conjunto de páginas aos cinco, medidas página a página depois de publicadas, e de uma quarta que auditou seis sites item a item e estudou, pela primeira vez, quem linka pra cada um. Uma das hipóteses mais repetidas da internet foi derrubada por essa medição, e o material diz qual, com o dado que derrubou.

O que vem no pacote

  • Três skills prontas de Claude Code: uma que audita e propõe as correções, outra que consulta o painel do Google direto pela linha de comando, e uma que roda o monitor semanal e lê o relatório com você, apontando a correção de cada alerta. Na v3, a do monitor ganha um segundo script, que vigia as mudanças anunciadas pelos buscadores e pelas plataformas de IA e diz quais tocam o seu site, e o monitor passa a medir também se a resposta de cada página vigiada continua perto do topo. Na v4, os números da primeira rodada real desse vigia, e a regra do que vira alerta e do que fica como informação. Na v7, o monitor para de mandar alerta falso: só avisa queda que se confirma, separa o que é novo do que continua, e diz quando quem falhou foi o painel, e não o site.
  • Um checklist de referência com os limites numéricos que a auditoria usa, separados por gravidade real. Nada de "boas práticas": números, com o critério de cada um. Na v2, a regra de tamanho do título que faz a marca caber, e a medida de quão longe do topo do HTML a sua resposta está. Na v3, o orçamento de tamanho de página e a lista do que decidir antes de publicar, em uma linha por item. Na v4, o que conferir depois de publicar, também em uma linha por item. Na v5, a seção de backlinks, a lista atualizada dos catorze robôs de IA e a régua de autor, data e texto alternativo. Na v6, três seções novas (o que a IA premia de verdade, o que fazer antes de criar conteúdo novo, e o portão de deploy) e a etiqueta de evidência em cada achado. Na v7, mais duas: o que impede uma página de entrar no índice, e a presença do seu site nas respostas de IA.
  • Um dossiê de aprendizados dos cinco sites revisados: os problemas em ordem de frequência, as armadilhas do framework que custaram horas, o que a medição no painel provou ou derrubou, o que apareceu nas semanas seguintes, o que a terceira rodada corrigiu no próprio material, e o que a medição das páginas publicadas confirmou e corrigiu de novo. Na v5, a quarta rodada inteira, com os números que mais surpreenderam: a data de publicação ausente em todas as 94 páginas medidas, três robôs de IA sem regra nos seis sites, e nenhuma página órfã em sites onde faltava quase todo link de dentro do texto. Na v7, a sexta rodada inteira, com os números de antes e depois em dez sites, inclusive os erros que a medição achou nos nossos próprios scripts.
  • Uma leitura do framework CITE, de Apurv Singh (HQ Digital), atribuída e mapeada item a item pro que o pacote ensina e pro que medimos nos cinco sites. Na v3, confrontada com o transcript integral do curso dele, letra a letra.
  • Quinze guias, do zero até funcionando. Quatro de configuração: colocar o site no painel do Google, provar que o domínio é seu pelo DNS, dar ao seu agente acesso permanente de leitura, e instalar a ferramenta de auditoria. Quatro de método: escrever o contexto do seu negócio no arquivo que o agente lê, mapear as páginas antes de escrever qualquer conteúdo (com o modelo pronto do conjunto que aplicamos nos cinco sites), decidir o que vai numa página antes de pedi-la ao agente e dar a ele a sua voz, e usar o segundo buscador como fila de revisita depois de cada mudança. Cada um com os erros que aparecem no meio do caminho e o que eles significam de verdade. Na v4, o guia de arquitetura ganha a medição das páginas publicadas nos cinco sites, e o de publicação, as três regras que o deploy ensinou. Na v5, dois guias novos: o dos nove itens de auditoria fina, com a régua, o comando e o número de antes e depois de cada um em seis sites, e o de backlinks, com o método em quatro degraus, o modelo de e-mail, como medir e quatro estudos reais resumidos. Junto com ele, um formulário preenchível pra montar o seu estudo. Na v6, quatro guias novos: o que separa o que tem prova do que não tem e corrige três promessas das versões anteriores, o que ensina a achar no seu painel o que já está a uma posição do clique, o que mostra como contar visita vinda de IA e quais robôs realmente leem o seu site, e o do portão que roda antes do deploy. Na v7, um guia novo, o que mede se as IAs citam o seu site quando alguém pergunta sobre o seu assunto, e dez guias revistos onde a medição discordou deles.
  • Catorze scripts de linha de comando que não instalam dependência nenhuma: o do painel do Google, o do segundo buscador, o monitor semanal, com um relatório real de exemplo, anonimizado, lido linha a linha, na v3 o vigia de mudanças, que usa o Claude Code que você já tem, na v4 o que avisa os dois buscadores das páginas novas de uma vez, e na v5 a sonda que lê o mapa do site inteiro e devolve, numa tabela, as páginas órfãs, os links que entram e saem de cada uma, as imagens sem descrição, o autor, as datas e os robôs de IA que faltam no seu arquivo de robôs. Essa última não pede chave nenhuma e roda em qualquer site. Na v6, mais quatro: a sonda que diz se a sua página é citável por uma IA e onde ela perde ponto, a que lê o seu painel e devolve o que está a uma posição do clique, a que confere os campos obrigatórios do dado estruturado e derruba o build quando falta um, e a que varre tudo que o buscador conhece e mostra o que parou de responder. Na v7, mais quatro: o que acha páginas suas disputando a mesma busca, o que compara o antes e o depois de cada mudança, o da velocidade que o visitante de verdade sente, e o painel que pergunta às IAs sobre o seu assunto e conta quantas vezes o seu site aparece. Os scripts mexidos na v7 trazem um teste que roda sem internet.
  • Uma ferramenta de auditoria de código aberto, licença permissiva e repositório público, indicada no guia com o passo de instalação. Ela é gratuita, e o que se paga aqui é o material que diz o que fazer com ela.

O que este pacote não faz

  • Não escreve conteúdo pra você. Ele arruma como o seu site é lido. Se não existe texto que responda o que as pessoas perguntam, ele mostra o buraco e não o preenche. Isso vale pras páginas por intenção da v2 e pro modelo de páginas da v3: o guia entrega o mapa, a estrutura e o critério, e as páginas são suas.
  • Não dá a sua opinião por você. Onde o seu negócio não tem posição sobre um assunto, o material manda calar, não inventar. A parte que faz uma página ser citada é a que só você pode escrever.
  • Não compra tráfego nem promete posição. Nenhuma técnica aqui coloca ninguém em primeiro lugar. O que ela faz é tirar do caminho o que impede seu site de ser encontrado, e o efeito aparece depois que o buscador visita de novo, o que leva de uma a duas semanas.
  • O monitor avisa, e só. Ele não conserta nada sozinho. Cada alerta aponta pro item do checklist que resolve, e a correção continua sendo uma tarefa sua com o agente. O vigia de mudanças da v3 é a primeira versão do script: ele lista e classifica, e quem aprova a edição é você.
  • Não consegue backlink pra você. A v5 ensina o método, monta o estudo e escreve o pedido, e o envio, a conversa e o sim continuam sendo de gente. Nada aqui compra link, troca link em escala ou cadastra você em diretório genérico, porque isso é esquema de link e o efeito é negativo, não zero. E nenhuma ferramenta paga de autoridade de domínio é usada: o que medimos é o relatório oficial de links de cada buscador.
  • Não promete citação por IA, e diz o que não tem prova. A v6 marca cada item como causal, correlacional ou informativo, e três coisas que o mercado vende como alavanca de IA estão marcadas como sem evidência, inclusive duas que as versões anteriores deste pacote vendiam assim. Você recebe a correção, não a promessa.
  • Não mede todas as IAs. O painel da v7 pergunta a um motor só, com busca na web, e mede uma amostra das suas perguntas, não participação de mercado. Cada rodada gasta uso do seu plano do Claude Code.
  • Não faz nada por você no navegador. Três etapas exigem que você mesmo clique: criar a conta no painel do Google, liberar o acesso do agente lá dentro, e, se quiser a parte do segundo buscador, criar a conta e gerar a chave por lá. Os guias mostram cada tela, mas quem clica é você.
  • Requisitos: um site em produção com domínio próprio, acesso ao painel de DNS desse domínio, uma conta Google, Claude Code instalado, python3 e curl no computador, e uma conta na nuvem do Google (o plano gratuito basta, e o uso aqui não gera cobrança). A parte do segundo buscador pede uma conta Microsoft gratuita, e é opcional. A medição da velocidade que o visitante sente pede uma chave gratuita do Google, também opcional.
  • O material assume um site renderizado no servidor. Os exemplos de correção estão em um framework de front-end popular. A auditoria, o checklist, o monitor e todos os guias funcionam em qualquer stack; só os trechos de código de exemplo precisam de tradução se a sua for outra.
  • Não é curso. Não tem vídeo, não tem aula, não tem suporte. É material escrito pra ser executado com o agente do lado.

Pra quem é

Pra quem já tem site no ar e não tem retorno de busca. Você lançou, divulgou no seu círculo, e a curva de visitas nunca saiu do zero orgânico.

Pra quem programa há anos e trata SEO como assunto de outra pessoa. Você sabe que existe um checklist, sabe que não passou por ele, e não quer virar especialista em busca pra resolver uma vez. Aqui você delega, com o critério na mão pra conferir o que foi feito.

Pra quem já entrega bastante coisa com IA e agora quer que as próprias LLMs citem o que ele publica. A parte de AEO e GEO é a menos discutida e a que ainda tem espaço, e a v2 e a v3 são quase todas sobre ela.

Não é pra quem ainda não tem site em produção, nem pra quem não controla o DNS do domínio (site em subdomínio de plataforma fechada trava no primeiro guia). E não é pra quem quer um botão: as etapas de navegador continuam sendo suas, e a posição do seu negócio também.

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  • asprofort0414/10/2026
  • admin03/10/2026
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